sexta-feira, janeiro 18, 2008
Ah! Consideraçoes
Olá a todos.
Como devem saber desapareceu uma miuda de 5 anos de Huelva... Toda a gente está a tentar arranjar pararelismos entre este caso e o da Maddie (aproveito para dizer que é horrivel o video que está a circular com uma musica alusiva à Maddie, só alguém sem consciencia é que pode gozar com aquilo).
Mas afinal o que é que tem em comum estes desaparecimentos? A mesma regiao a nivel global? O relaxamento dos pais? Ou simplesmente o facto de darmos tudo por garantido na vida?
A miuda desapareceu quando foi comprar um pacote de batatas fritas a um café perto de casa... sozinha... tem 5 anos... Atribuir culpas é aquilo que ninguém deve fazer neste momento.
A Maddie desapareceu enquanto os pais estavam a jantar perto do apartamento onde estavam a passar férias. Deixaram a Maddie e os irmaos a dormir e foram jantar fora.
Uma desapareceu na praia da Luz. Outra desapareceu em huelva. Uns sao cheios de massa e tem muita influencia. os outros nao... sao pessoas da classe média-baixa.
Custa-me pensar que apesar de todos os meios e diferenças (sao mais do que as parecenças) o resultado final seja o mesmo... No entanto espero mesmo que as 2 miudas apareçam. Sao histórias como estas que nos vao forçar a aprender qualquer coisa, para que tentemos evitar ao máximo que qualquer coisa deste género aconteça na nossa vida.
Mas pensemos. Tantos acidentes rodoviários noticiados. e o que aprendemos com eles? muito pouca coisa... talvez tenhamos ganho um escudo para que seja só mais uma noticia. Isso preocupa-me.
Agora outro assunto. Eu sou especialmente critico sobre a nossa sociedade em alguns aspectos. Um deles é a falta de atençao para o que se está a fazer! E sinceramente acho que essa é uma das fontes de tantos problemas que nos acontecem. Agora o caso concreto.
Vou eu na minha superscooter, aka bicicleta, vou a caminho do ginásio para uma avaliaçao fisica. Corto pela rotunda da boavista, afinal a minha superscooter é todo-o-terreno, chego à intersecçao da rotunda da boavista com Julio Dinis. Estou no semáforo à espera do verde. Está um policia a impedir que os carros virem para Julio Dinis (obras), espreito e é uma mera precauçao para desviar o transito. Apesar de estar vermelho para os carros o policia continua a mandar passar os carros. Até que me ve e manda parar os carros para eu passar. Nisto, estou eu a peladar calmamente e começo a ouvir uns gritos. "Pára que é ladrao!!!" era uma "ladroa", está uma mulher a correr com roupas na mao, uma mulher atrás dela. A mulher ve o policia e pede ajuda, o policia vai a correr atrás dela. Penso eu para mim. Se ela consegue atravessar a rua o policia nunca mais a ve. Preparo-me para pedalar atrás da mulher. Nisto acontece o impensável... Alguém lhe faz frente mal ela chega ao passeio. Eu relaxo. Nisto a mulher que corria atrás dela, nao se apercebe que a ladra parou e continua a correr atrás dela. Ao atravessar a rua, pára! penso eu... pronto, já reparou que a ladra nao foge.(Eu continuo na superscooter a pedalar muito calmamente) Mas a mulher nao pára... num tipico pára arranca portugues, ela parou, olhou para trás e começou a correr para o meio da rua a olhar para todo o lado menos para a estrada. Adivinhem quem é que ela atropelou... Pois ... a mim. Mandou-me um encontrao que quase me mandava ao chao... felizmente o carros em sentido contrario estavam parados, logo nenhum me passou por cima. Limitei-me a ficar com uma canela pisada do meu próprio pedal. Acham que alguém me perguntou se eu estava bem? Nops... nada disso. Disseram e passo a citar: "Oh minha senhora, tenha cuidado. Olhe se era um carro!" , "Minha senhora, calma! Olhe o que fez às calças!". Eu recompus-me, procurei saber se a senhora estava bem e ela virou-me as costas... Segui o meu caminho e fui treinar.
Agora pergunto... Que raio de sociedade é esta? Se andamos na estrada somos atropelados pelas pessoas (sim, já nao é a primeira vez que me acontece). As pessoas pura e simplesmente nao sabem andar na rua. Pura falta de civismo e atençao. Andamos no passeio com o maior dos cuidados e ouvimos bocas do tipo, isso é para andar na estrada... Ande eu na superscooter onde andar vou ser atropelado por pessoas... Que hei-de fazer eu?
Nem vou falar dos automobilistas... nao sabem andar com bicicletas na rua.
E pronto. Já está.
Beijinhos e Abraços.
domingo, janeiro 13, 2008
Dissertação sobre a utopia do sucesso
Agora que o blog tem nova vida (em breve vai ter novo aspecto) queria trazer de volta alguns costumes que acho interessantes. O primeiro vai ser falar sobre um tema, dps vou fazer uma recomendação musical, cinematográfica e ainda digital (não é de dedos, mas de internet :P).
Primeiro o tema.
Estava eu, muito bem estendido na minha cama quando dei por mim a pensar num mundo em que toda a gente era bem sucedida a nível profissional na vida! Ora isto claro que é uma utopia... Nem todos nós vamos ter sucesso a nível profissional. Por muito que me assuste é uma verdade incontornável.
Quero dar ênfase ao facto de me estar a referir ao âmbito profissional e não emocional. Se uma pessoa é feliz da vida a trabalhar a ser mineiro, ninguém pode achar que essa pessoa é mais ou menos do que outra qualquer. Simplesmente é de que provavelmente não seria essa a sua profissão de sonhos, mas talvez a possível.
Imaginem só como seria o mundo se toda a gente conseguisse concretizar os sonhos a nível profissional... Fora de brincadeira, quem é que ia limpar as nossas ruas? os locais públicos? quem iria fazer de segurança? quem iria estar atrás de um balcão do mcdonald's? quem vai construir os nossos prédios e estradas?
As mentes mais corrosivas podem já começar a acusar-me de ser insensível, mas eu não estou a tentar menosprezar as pessoas que fazem este tipo de trabalho, nem tão pouco ponho em causa a felicidade e integridade dessas pessoas, mas temos de admitir que nenhuma dessas profissões poderá ser considerada um sucesso.
Numa sociedade que caminha para a alfabetização global, onde todas as pessoas daqui em diante vão procurar ser cada vez mais instruidas e cultas ( pressão da sociedade ) ninguém vai estar disposto a correr as ruas à noite a limpar o lixo que os meninos que estudam nas universidades fazem... Qual vai ser a solução para este problema? A verdade nua e crua é que vão ser os pobres que desesperadamente precisam de sobreviver que se vão submeter a este tipo de trabalho e quando mesmo os pobres se recusarem, vão ser os imigrantes ilegais vindos do Leste e África.
Voltando um pouco atrás, imaginemos por um segundo que todos conseguimos concretizar os nossos sonhos. Qual terá sido o preço a pagar para que tal aconteça? Quantas pessoas teremos nós calcado e desprezado para chegar cegamente ao nosso objectivo? E quando chegarmos ao nosso sonho, ficaremos por ai? Ou tentaremos ir mais além? Pois... é lixado pensar nisso. Aqui e agora estamos a lutar pelos nossos sonhos, pesando bem no que vale a pena e no que não vale. Atribuindo o devido valor às experiências que a vida nos oferece. Fazendo amigos, cometendo erros inimagináveis, desperdiçando oportunidades e abraçando outras. Correndo riscos.
Desfeita a utopia de que toda a gente pode ter sucesso no mundo, levantam-se algumas perguntas. Quando fará sentido a nossa vida? O que significa fazer sentido? É ser feliz? O que é a nossa felicidade? É a minha, ou a minha e dos meus? Ou só dos meus, dos que amo?
Qual é o devido valor das coisas?
Vemos um cão ser assassinado na rua por um condutor em excesso de velocidade e ficamos chocados, passado uma semana já nos esquecemos.
Vemos um casal a discutir, o homem bate na mulher e viramos a cara.
A nossa equipa perde 0-2 em casa com o maior rival e é humilhado e nunca mais nos esquecemos disso na nossa vida.
Não estará a nossa tábua de valores a ser invertida? Não daremos demasiada importância ao dinheiro e menos à nossa felicidade?
Sinceramente acho que sociedade nos anda a tramar, a enganar. Já dei por mim a ter impulsos que questiono se são fruto da minha pessoa ou fruto da pressão que a sociedade macabra nos obriga a seguir. Eu não me costumo arrepender das coisas que faço, talvez por a vida me ter corrido muito bem até agora. Sou muito feliz e tenho muito medo de perder tudo isso.
Não escondo a ninguém que a decisão de me ter despedido foi uma decisão egoísta. Mas será que poderia ter sido outra coisa qualquer para além de egoísta? Tenho 24 anos, a minha vida profissional começou à 1 ano atrás. Sou feliz, sou saudável, tenho amor pelas pessoas e não odeio ninguém, não tenho dívidas, ninguém depende de mim para nada, tenho muitos amigos e em 2 continentes diferentes, espalhados por vários países. Que mais me falta? Ah pois... quero mais não é? Aos 24 anos sou um sucesso. Mas não me chega. Será que esta busca por querer sempre mais vai acabar bem ou mal? Vale a pena o risco?
Isto traz uma questão pertinente, por que é que queremos mais? e é na resposta a essa pergunta que encontramos a resposta a se vale a pena o risco ou não. Depende de cada um! A razão pela qual queremos mais está dentro de nós e depende do que vamos fazer com esse sucesso.
Eu acho que vale a pena correr o risco.
Tenho de tomar a curto prazo algumas decisões que vão determinar a minha vida daqui para a frente. Não me escondo de tomar essas decisões, até gosto, gosto muito e não tenho medo.
De tempos a tempos eu faço um balanço do que tem sido a minha passagem neste mundo e chego a uma conclusão básica. Basta olhar para as pessoas que me rodeiam, para os meus amigos e familiares, tentar saber o que eles pensam de mim e obtenho a minha resposta. Tenho gostado das minhas conclusões.
Bem, quem chega a este ponto deve estar farto de ler uma narrativa confusa. Não é fácil escrever de improviso :P . O mais certo é verem o post e nem lerem.
Falem sobre isto, gostava de ler as vossas opiniões.
Agora as sugestões.
Musical : Lazyboy - Underwear goes inside the pants
Cinematográfica - Call Girl. É muito bom este filme.
Internet : Cycle Chicks Tem muita qualidade este blog.
Cumprimentos e não fiquem chateados por fazer copy&paste.
Abraços e Beijinhos
João
terça-feira, janeiro 08, 2008
Chamada de atenção
Apresento aqui as minhas desculpas por vos ter iludido de maneira errada, ela já se inscreveu.
Beijinhos e Abraços
João
segunda-feira, dezembro 17, 2007
o Diário de Bordo do MEU Retiro :)
17:40, Guarda
Sentada num cafézinho na praça da Sé
Estou espantada com o movimento desta cidade. O centro histórico está cheio de gente. Muitos jovens, crianças e adultos. As pessoas parecem ignorar o frio.
Estou a espera para entrar na Sé, linda de morrer, século XIV, XVI. :) Já fiquei a saber que o senhor que costuma abrir as portas está de férias, mas como há missa às 18h, alguém a terá de abrir. Está muito frio, um ar gelado que me congela o nariz!
A cidade tem uma dinâmica interessante. Há muitos adolescentes que andam meios bebados aos berros, aos berros, em grupinhos, com as hormonas à flor da pele. Os casalinhos que não são poucos agarram-se pelos cantos, que também não são poucos, da malha medieval.
Vi um cãozinho muito mal tratado que teve medo de mim, mas que acabou por me permitir algumas festinhas.
A arquitectura é assustadora. Parece-me a mim que não existe uma consciencia patrimonial. Quando subia o morro da Torre de Menagem assustei-me muito ao entender que estava em construção um trambolho mesmo em frente à torre. Encontrei também aí uns casalitos de tenra idade escondidos nos socalcos da subida para a torre, que estava fechada, mas que se podia ler na soleira 1000 e tal metros de altitude! A paisagem era magnifica. Os casais fingiam olhá-la assim que davam pela minha presença.
Quando confrontei a senhora do posto de turismo acerca do trambolho em frente à torre de menagem, esta indignada disse que era uma obra de reabilitação do existente com um edificio de apoio a esta. Achei que não valia a pena discutir!
A estação de combóio fica no fundinho da montanha. Lembrei das minhas aulas de urbanismo assim que subia a pé a montanha de mochilíssima às costas... Repetia para mim mesma que obviamente a estação não poderia ficar mais acima e que por esta se situar naquele ponto a cidade crescera exactamente naquela direcção.
As pessoas são muito simpáticas, mas sinto uma certa desconfiança assim que me vêem sozinha de mapa na mão.
Tenho ainda algumas dúvidas:
- Num extremo da extensa judiaria existe um "Largo do Torreão", "Rua do Torreão", etc. mas por mais voltas que desse não encontrei torreão nenhum;
- Em frente à Sé existe um bar com musica altissima, cheia de miudos com pseudo-fardas à porta... será que fechará as portas quando a missa começar?
15 de Dezembro
22: 47 Penhas da Saude
Pousada (alpina fantasma) da Juventude
O dia foi longo! Depois de uma valente queda no centro da Guarda a caminho da paragem de autocarro (porque havia uma extensa camada de gelo no chão:S) e depois de uma hora e tal a espera do transporte, parti para a Covilhã!
A linha entre as duas cidades é realmente LINDA. Assim que cheguei entendi que seria outro filme para conseguir chegar ao centro. Desta vez seria um filme ainda maior, uma vez que autocarros, nem vê-los! Taxis, idem...
Apanhei uma boleia do primo do dono do bar da estação, um velhinho muito simpático. O senhor deixou-me em frente à camara onde existe a única praça de taxis da cidade! Explicou-me onde começava o centro histórico e onde ficava o posto de turismo. Ficou muito indignado quando lhe disse que receava apanhar mais frio aqui que na Guarda. Respondeu-me logo: "Menina, a Guarda é a cidade mais alta de Portugal!" (com uma pronunciazinha que fica entre o alentejano e o açoreano... ) E foi assim que aprendi algo já esquecido das minhas úteis aulas de geografia.
A cidade é muito bonita, porém achei-a um pouco deserta, pelo menos em comparação com a da Guarda. Uma população claramente envelhecida e um meio bem mais pobre. As pessoas pareceram-me um bocado apreensivas com a minha presença, não sei se por se sentirem invadidas ou desconfiadas. Uma altura sentei-me num banco em frente à Igreja Matriz- muito bonita, com a fachada revestida a azulejo branco e azul. Luminosa, naquele fim de tarde- e uns senhores pararam a observar-me, como que a pensar o que estava eu ali a fazer.
Observei uma ausência de toponímia, o que me levou a perder varias vezes... Os espaços públicos pareceram-me bem mais arranjados que os edifícios. Quaisquer 5 ou 6 m2 de espaço livre servia logo para colocar um banquinho, uma árvore, um bebedouro. Eu usofrui ao maximo desses espaços, no entanto parecia a única a dar-lhes uso.
Assim que o sol se pôs, quis recolher, já que ainda ia subir a serra de taxi. O senhor da boleia tinha-me dito, ao subir a colina, que a pousada da juventude não se conseguia ver, que ficava já do outro lado da montanha. Fiquei chocada.
A viagem de taxi foi pacífica e cara! Muito bonita também, com uma coloração rosada no céu, ainda do pôr do sol, nas minhas costas.
A pousada revelou-se uma surpresa, assim como a povoação das Penhas da Saúde! Sim, porque ao contrário do que eu pensava existe uma povoação! É toda alpina, com pedra e madeirinhas por todo o lado. Fiquei impressionada com os cheiros a fumo e petróleo, das lareiras e aquecimento. Mais impressionada ainda fiquei com o piso inferior. Segui a indicação da sala de convívio e deparei-me com um espaço enorme, com paredes de pedra, suturno e enigmático. Há uns meses atrás sonhei com aquele sitio. Acreditem ou não, sonhei!
Ah, questões do dia:
- Segundo um desdobrável sobre a cidade da Covilhã:
- O seu núcleo urbano estende-se entre os 450 e os 800 m de altitude!
- Hoje a Covilhã é "uma cosmopolita cidade universitária"!! LOL
Bem, e agora vou dormir na minha camarata para 8 pessoas, sozinha!! :D
16 de Dezembro
16:00 (em ponto), Pampilhosa
Café Tai Tai (medo)
Antes de mais, esta gente tem problemas com os nomes dos cafés... Tai Tai, Tip Top e Café Angola!
Já aqui estou há uma hora, e ainda me falta uma hora e meia pelo combóio certo...
Esta manhã apanhei boleia da cozinheira da pousada, uma senhora com claros problemas hormonais, muito gorda e máscula! O marido, um senhor pequenino e magricelas. Foi de rir. Sempre que o homem dava uma opinião qualquer dizia: " Nozz temozz que intenderi que a zituazão que ze pazza é a zeguinti..." e a mulher berrava: " Cala-ti Zééé! Não fales do que não sabiiis!! Conduz mas ei, homeeeem!!!". De rir! Houve momentos em que receei que ela lhe batesse. Deixava-o K.O facilmente.
Foram ambos muito amáveis! Apeteceu-me dar-lhes um abraço na despedida, mas o senhor cheirava muito a suor e a senhora... bem os pelos enormes que tinha na sua cara obesa tiraram-me completamente a vontade.
A viagem de volta a Guarda foi gélida. Meio dia e 4ºC e com o aquecimento do combóio avariado! Nas viagens li o Segredo e aconselho-o a todos. É tal e qual o filme mas o livro pareceu-me mais profundo. Aproveitei a beleza da paisagem para meditar um bocadinho, como não fazia há anos.
Considero-me não urbana, mas urbanizada e muito facilmente ruralizável. Cresci com as vindimas, as desfolhadas, o gado, a roupa lavada no tanque com cheirinho a sabão rosa, com a tenebrosa matança do porco... Sinto que por vezes necessitamos regressar às origens para nos conhecermos melhor.
Assim que apanhar este combóio a aventura encerra-se. Vou ter saudades de dias tão longos e tão meus.
Ah, algumas questões existenciais:
- A Guarda é uma cidade muito a frente! A missa das 18h decorreu na Sé ao som da musica histérica do bar em frente.
- Em 3 dias tão diversos e agitados não encontrei nem uma pessoa desagradável!:)
- Banda sonora: Nouvelle Vague
- A D. Isabel e o Sr. Zé vieram ao Porto uma única vez e por engano! Ehehe São os maiores!:)
- Mil obrigados à Ticha :D
sexta-feira, novembro 09, 2007
Parabens Xinha!!!
sábado, novembro 03, 2007
Aki tou eu..... Vouzela city
Estou aki a escrever pois estou neste momento em Vouzela, na minha chocolateira pronto pra nanar e na companhia de um portatil com net movel!! k interessante... o antigo e o moderno juntos... LOL.
Pois é... é uma aventura... por um lado fiz uma viagem do Porto ate ca, depois pk tou a dormir sozinho e depois pk vou dar aulas e trabalhar normalmente... é juntar o lazer e o trabalho. Alem do mais, na companhia de um portatil com ligacao a net sabe mm bem!!!
Bem, vou pa camitah!!
PS_ Desculpem a minha ausencia pos cafes, po msn etc... mas tenho tido mt k fazer... e por isso esta é uma boa forma d tb ter algum lazer aliado ao trabalho.
Um especial abraco po marito e pa Xinha k ja n falo com eles há "n" tempo.
Um big big big abc e jito.
quarta-feira, outubro 24, 2007
Vede, camaradas, a distancia que agora nos separa!
Nunca mais é natal para nos juntarmos todos outra vez numa qualquer mesa de café a discutir por balelas! =D Que saudades vossas marito e xinha, fico feliz por saber que está tudo sobre rodas.
Sou neste momento uma pessoa sem internet, ( já para não dizer uma pessoa sem computador) pelo que espero que me considerem desculpada pela falta de noticias.
Ando aí a reestruturar profundamente a vidinha e a mudar de casa. Vou viver sozinha! Bom, sozinha não, com a nala... ehehe. O mês de Outubro de 2007 marca claramente um salto gigantesco no meu crescimento pessoal. Como o que não mata engorda, estou optimista... e sinto-me á altura do desafio!
Quando todos os raminhos da arvore petchatchenta se encontrarem em portugal já terei tudo pronto e organizado para vos receber num alegre convivio e reencontro Chez Ticha.
E para os que já por cá andam, preparem-se para a grande festa de inauguração "Rouba um Copo á tua Mãe"... em data ainda a definir. ehehe!
Beijinhos ^^
domingo, outubro 14, 2007
Cá estemos
Marito que bom receber notícias tuas/vossas!
No outro fim de semana fomos a Sintra (gostei muito!) e aqui fica um cheirinho (fotos)...ah o Batman é em homenagem à Rafa...ela gostou muito do chumaço dele. Já agora, não sei se ouviram falar em centrais nucleares em Lisboa..não? Hummm deixem lá :p
Bem, quanto às queijadas, eram boas mas ainda prefiro os pasteis de Belém quentinhos :)
Beijinhos
Um Olá! Transatlântico ; )
Venho por este meio priveligiar-vos com um caloroso Olá! vindo directamente do outro lado do oceâno.
Sim, é um facto, ainda estou vivo!!! :p
Na realidade já não escrevia por aqui há já muito tempo e nestes últimos tempos tenho sentido uma certa depressão psicológica, diria melhor, vergonha mesmo :p
Ehehehe
Mas enfim, por cá tudo está a andar sobre rodas...
Vou a meio do 1º semestre do meu Mestradito e estou a gostar, bastante mesmo. Tenho algumas cadeiras para encher chouriços, mas outras são mesmo muito interessantes e instructivas.
A Andreia anda meio atarefada com o seu oral qualifyer, que vai ter nesta próxima 2ª feira, mas tudo vai correr bem. Como a adviser dela lhe disse, "she's going to kick ass" com a apresentação, ou em belo tuguês, vai varrer a feira :D
Já vamos basicamente a meio da nossa estadia neste semestre. Sensivelmente daqui por 2 meses e poucos dias já estamos de novo aí com vocês todos. Tem passado bem depressa.
Tenho pena de já não falar com nenhum de vocês há já algum tempo, mas o meu tempo de messenger decresceu drásticamente, mas sobreviverei :p
Espero que ande tudo porreiro por terras Lusitanas. Uns trabalho, outros aulinhas, outros estágios e investigações ; ) O que interessa é que estejam a gostar e que tudo esteja ou vá dar os seus frutos.
Grande abraço e beijos para todos.
Portem-se mal ; )
segunda-feira, outubro 01, 2007
Goya (II Parte)
domingo, setembro 30, 2007
Viva o bom senso...
Viva o bom senso...
O homem vem em direcção ao carro e nem para nós olha. O Diogo prepara-se para arrancar sem dizer nada. Eu abro a porta do carro e especada pergunto ao homem se não vai dizer nada, nem ao menos pedir desculpa! E o burro do homem, sabem qual é a reacção dele? Diz ele, “eu cheguei agora”. “chegou agora?? Tá a gozar comigo? Estamos aqui há 20 min”. E ele “eu estava ali no restaurante, não vos tinha visto”. FODA-SE. “Foram ali chamar-me educadamente (entenda-se, o porteiro) e eu vim.” HÁ GAJOS QUE NÃO SE ENXERGAM. “ E não sei o que é que a menina quer, se alguém tivesse que dizer alguma coisa era o condutor não era a menina”. GRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRR Sou eu que estou a ficar maluca?!
sexta-feira, setembro 28, 2007
O país anda louco! LOL
Gostaria de vos chamar a atenção para este vídeo. A minha consideração por políticos nunca foi muita, mas pelo Santana Lopes era nenhuma. Hoje, com este vídeo, aquele homem subiu uns pontos na minha consideração e ficou ao nível dos outros políticos. :p
http://www.youtube.com/watch?v=MpB1Ydko4NU&eurl=http%3A%2F%2Fpo%2Dcaralho%2Dpah%2Eblogspot%2Ecom%2F2007%2F09%2Fmenino%2Dguerreiro%2Ehtml
Vejam o Santana a ter uma atitude de Senhor! Gostava de ter visto aquele o chefe das tropas americanas a ter a mesma atitude ao ser entrevistado em directo do Iraque quando foi interrompido pela saída da Paris Hilton da cadeia! LOL
Adorei!
Jocas pa todos!
Xinha
Os fantasmas de Goya
Pois é... nao é engano... Tou eu a fazer um post!! :D
Na 2a feira fui ver o filme "Os fantasmas de Goya" e digo-vos... MUITO FIXE!!!
Aconselho!!
Já agora (Netó e companhia), quem me arranja uma música q deu no filme, em que uma gaja cantava e no final deu uns agudos que meu Deus!!! Como procurar aqui na net? Alugem sabe?
Kisses e abracitos!
segunda-feira, setembro 24, 2007
ESTREIA de "Ana e a Emancipaçao da Alma"

5ª feira dia 27 de Setembro, estreia no Cinema Passos Manuel, o meu filme.
Vai ser exibido com mais 4 curtas-metragens e no final vai haver um concerto e a actuação de uns DJ's.
São 4euritos por um serão diferente.
Abç e bjinhos...
Apareçam e passem a palavra.
para mais informações: http://quantascurtastemumfilme.blogspot.com
terça-feira, setembro 11, 2007
Votem na Vanessa Fernandes!
É fazer o favor de votar na nossa menina para atleta feminina do ano!
http://www.womenssportsfoundation.org/cgi-bin/iowa/about/woy/record.html?record=1235
para quem ainda tiver duvidas consultem a pagina pessoal da Vanessa para reverem todas as alegrias que esta atleta nacional trouxe ao mundo desportivo coloridas com a nossa bandeira, que ultimamente até se cansa de estar no topo do pódio.
http://www.vanessafernandes.net/home.htm

Jocas grandes!
Xinha
terça-feira, setembro 04, 2007
Relações e Análises de Consciência
Nunca fui o que se possa considerar uma pessoa racional, correcta, directa, concreta.Sempre senti a necessidade de pintar de negro o mais belo dos quadros e de sentir que algo está mal quando não está.
Nunca fui boa a fazer amizades, relações. Nunca consegui sentir vontade de conhecer gente nova, de me entregar e de manter com elas amizades demasiado evasivas . O livro da minha vida cresceu até aos meus 14 anos, desenvolveu-se um pouco mais até aos meus 17 e depois disso, tudo o que fiz foi manter relações e quebrar outras. Passei fases em que as minhas relações cresciam de ano para ano, em ocasiões em que descobria aquilo que era a amizade e foi aí que fiz os meus melhores amigos, que o são ainda hoje.
Outrora as amizades que fazia eram ainda acompanhadas de um temperamento muito muito especial que me caracterizava e que o tempo e a mudança amaciaram.
Olho para a minha vida e sinto que apesar de nada ter corrido terrivelmente mal no meu passado, que a minha emotividade e falta de carisma conseguiram distorcer e tornar a realidade em que vivia muito pior do que o era, o que resultou numa depressão com 18 anos, numa relação inexistente com o meu pai até hà bem pouco tempo, em periodos de terrivel tormenta com o meu namorado.
Fiz sempre sofrer muito quem mais gostava de mim, quem mais me queria, porque achava que algo estava mal, porque receei sempre que no fundo não gostassem realmente de mim, desde os meus pais, ao meu namorado.
Passei fases em que tudo o que se avizinhava era penumbra e amanhecia já com as lágrimas semeadas nos olhos ansiosas por descerem.
Passei momentos que realmente foram para mim uma enorme lição de vida.
Hoje sinto que aprendi tudo aquilo que a vida em momentos difíceis me quis ensinar, sinto que encontrei uma forma de vida que encaixa em mim e que me faz sentir tão equilibrada como nunca fui. Sinto que encontrei o meu rumo.
Contudo sinto que não consigo fazer uma amizade e mantê-la por muito tempo de uma forma intensa, que tudo o que implique depender de alguem para sair, depender do telefone para ver se me ligam ou mandam mensagens, tudo o que implique ter de contar o que faço o dia todo a alguem, sem que seja de uma forma casual, que não encaixa totalmente em mim. Sinto-me num beco sem saida, ou então numa bifuração, sem saber que caminho seguir.
Por vezes dou por mim a pensar que possa ter um problema de sociabilização, dou por mim a passar um dia inteiro sem falar com ninguem, no meu mundo, a tratar das minhas coisas e da minha vida.
Com a minha mãe aprendi que devia ser o mais independente possivel, nunca depender de ninguem se não perderia o melhor que a vida tem para oferecer. Com o meu pai aprendi a dar valor as coisas mais pequenas da vida e a sorrir e a chorar sempre que surge a mínima oportunidade. Sinto ainda que com o João aprendi, que ninguem nos pode obrigar a nada, que devemos apenas fazer o que nos apetece e quando nos apetece, de uma forma geral, obviamente.
Com os meus cão aprendi que comer móveis deve ser delicioso...!
Ah com a minha irmã aprendi recentemente a nunca fazer sexo sem contraceptivos... É podem-me dar os parabéns porque vou ser tia.
De uma maneira geral olho para a minha vida e para o meu caminho e sinto que não fiz muitas asneiras, que tentei sempre dar o meu melhor, do meu jeito e conforme conseguia ou podia. Muitas vezes arrisquei pouco, outras vezes arrisquei demais... Em muitos momentos fui injusta com muita gente, mas busquei sempre resolver todas as situações em que me meti, de uma forma limpa.
Gostava de ser uma pessoa melhor, dar uma vida melhor as pessoas que amo e deixar de perder o sono, sempre que tenho algo por resolver. Será que para isso tenho de mudar os meus princípios e a forma como sou?
Fiquem bem.
domingo, setembro 02, 2007
sábado, agosto 25, 2007
Escrevo este post porque por mais que às vezes pensemos que uma coisa é óbvia e que toda a gente a toma como verdadeira, vimos muitas vezes a descobrir que assim não é.
Ontem quando o João enviou o último e-mail e que terminava assim:
“Mais alguém tem alguma coisa a acrescentar a este e-mail? Ou algum
comentário extra a fazer? Se tiverem agradecia que fosse antes das
22h30 de hoje.”
achei que não tinha que dizer nada na altura por já ter falado com ele no dia anterior, e visto que após essa conversa tudo tinha ficado bem. Hoje quando fui falar com o João e ele me disse “não contem comigo para nada” percebi que aquele e-mail tinha sido um ultimato à nossa amizade e que era crucial que todos os destinatários tivessem dado alguma resposta.
Porque quem cala nem sempre consente e pode simplesmente achar que não tem a nada a dizer naquela altura (uma vez que já tinha dito o suficiente), espero que tenhas compreendido João que não me passou pela cabeça que alguma vez fosses achar que eu fazia minhas as palavras do Vítor.
Sempre fiz um esforço por falar logo contigo quando alguma coisa não estava bem, talvez por achar que a tua amizade valia a pena. Assim como a da Inês.
Quanto ao Vítor e à Rafa, tenho falado muito com eles ultimamente. A Rafa deixou de ser a namorada do Vítor e passou a ser uma amiga. Ambas insistimos para que vocês (Vítor e João) tentassem resolver as coisas falando pessoalmente. A Andreia disse tudo: vocês são incompatíveis.
Não esperem da minha parte, que por causa disto tenha que optar pela amizade de um dos dois. Gosto muito de vocês.
Beijinhos














